Cidades com Maior Rentabilidade de Aluguel em Santa Catarina (2026)

Ranking das cidades de SC com maior rentabilidade de aluguel: São José 16,6% a.a., Itapema 22,1%, Balneário Camboriú até 14%. Dados CRECI-SC e FipeZap com yield, ocupação e diárias médias.

Atualizado em · Por André Santos
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Por André Santos

Editor responsável · Viver em SC

Fontes consultadas: CRECI-SC (2024) · FipeZap+ (2026) · Airbnb/AirDNA (2025) · MySide (2026) · NDMais · IBGE Censo 2022 · Abrainc

Santa Catarina não é apenas o estado com o metro quadrado mais caro do Brasil - é também o que entrega a maior rentabilidade de aluguel do país. Enquanto a média nacional de retorno com locação gira em torno de 5% a 7% ao ano, cidades catarinenses como São José atingem 16,6% a.a. e Itapema chega a 22,1% a.a. quando se combina valorização patrimonial e renda de aluguel (CRECI-SC, 2024).

Para quem busca renda passiva com imóveis, SC oferece uma combinação rara: alta ocupação, valorização contínua e demanda aquecida tanto por aluguel anual quanto por temporada. Este ranking traz dados verificados de yield, taxa de ocupação e diária média para as cidades mais rentáveis do estado.

Itapema 22,1% a.a. Líder rentabilidade total CRECI-SC - valorização + aluguel
São José 16,6% a.a. Líder rentabilidade aluguel FipeZap 2026 - locação anual
12% vs 5-7% Média SC vs Brasil Retorno anual com locação
9-14% a.a. Yield temporada BC Alta temporada + Airbnb

*consultar fontes


Ranking: cidades com maior rentabilidade de aluguel em SC

PosiçãoCidadeRentabilidade AnualTaxa de OcupaçãoDiária Média (temporada)Tipo de Renda
São José16,6% a.a.94% (anual)R$ 180-350Aluguel anual
Itapema22,1% a.a. (total)78% (temporada)R$ 600-1.200Temporada + valorização
Balneário Camboriú9-14% a.a.72% (temporada)R$ 800-1.500Temporada premium
Florianópolis8-12% a.a.70% (temporada)R$ 500-1.000Misto (anual + temporada)
Bombinhas10-15% a.a.65% (temporada)R$ 700-1.400Temporada concentrada

A diferença entre rentabilidade total e rentabilidade de aluguel é fundamental. Itapema lidera em retorno total porque combina valorização patrimonial expressiva (o imóvel valorizou 114% em 5 anos) com renda de locação. Já São José lidera em yield puro de aluguel - o retorno que o proprietário recebe em aluguéis como proporção do valor do imóvel.


1. São José - líder nacional em yield de aluguel

São José é uma descoberta para investidores que buscam renda passiva previsível. Com yield de 16,6% ao ano, a cidade da Grande Florianópolis entrega o maior retorno percentual de aluguel do Brasil entre cidades monitoradas pelo índice FipeZap.

Por que São José rende tanto?

O segredo está na equação preço do m² acessível + demanda alta por locação. Enquanto Florianópolis tem m² de R$ 12.260, São José oferece imóveis a R$ 5.800-7.200/m² - praticamente metade do preço. Mas a proximidade com a capital (conectada pela BR-101 e pela ponte) faz com que a demanda por aluguel seja quase equivalente.

  • Preço médio do m²: R$ 6.200 (FipeZap 2026)
  • Aluguel médio 2 quartos: R$ 1.800/mês
  • Yield bruto mensal: 1,38%
  • Taxa de ocupação: 94% em locação anual
  • Perfil do inquilino: profissionais que trabalham em Floripa mas não conseguem (ou não querem) pagar os preços da ilha

São José concentra grandes empregadores como FIESC, Eletrosul e bases do governo estadual. O campus da UFSC em Araranguá e o crescimento do setor de tecnologia na Grande Florianópolis garantem demanda constante. A cidade cresceu 12,4% em população na última década (IBGE Censo 2022).

Estratégia de investimento em São José

O investidor inteligente em São José foca em apartamentos de 2 quartos entre 50 e 70 m² nos bairros Kobrasol, Campinas e Barreiros. São regiões com infraestrutura completa - supermercados, escolas, acesso ao transporte - que atraem inquilinos de longo prazo. O ticket de entrada é baixo: apartamentos entre R$ 310 mil e R$ 450 mil que geram aluguel de R$ 1.600 a R$ 2.200/mês.

A grande vantagem é a previsibilidade. Diferente do litoral, São José não depende de temporada. A renda é mensal, estável e com vacância baixíssima.


2. Itapema - campeã nacional de rentabilidade total

Itapema é o caso mais extraordinário do mercado imobiliário brasileiro. A cidade entregou 22,1% de rentabilidade total ao ano entre outubro de 2019 e setembro de 2024 - o maior retorno entre todas as cidades monitoradas pelo CRECI-SC.

Esse número combina valorização do imóvel (o m² subiu de R$ 7.000 para R$ 15.028 em 5 anos - alta de 114%) com renda de aluguel de temporada. É o melhor dos dois mundos.

Números de Itapema

IndicadorValorFonte
Rentabilidade total22,1% a.a.CRECI-SC 2024
Preço m²R$ 15.028FipeZap 2026
Valorização 5 anos+114%FipeZap
Diária média temporadaR$ 600-1.200AirDNA 2025
Ocupação temporada (jan-mar)78%AirDNA
Obras em andamento+400CRECI-SC

Aluguel de temporada na Meia Praia

A Meia Praia é o epicentro da rentabilidade de Itapema. Apartamentos de 2 quartos frente mar geram diárias de R$ 600 a R$ 900 na alta temporada (dezembro a março). Unidades de 3 quartos com vista mar chegam a R$ 1.200/noite no Ano Novo e Carnaval.

Com 78% de ocupação nos 4 meses de verão (dezembro a março), um apartamento de 2 quartos pode gerar entre R$ 50 mil e R$ 80 mil em receita bruta apenas na temporada. Nos meses de baixa (abril a novembro), a ocupação cai para 25-35%, mas a renda complementar ainda existe - especialmente em feriados prolongados e eventos.

Projeção de rentabilidade para 2026-2028

Os megaprojetos em andamento - alargamento da faixa de areia da Meia Praia, construção da nova marina com 200+ vagas e o complexo It Wheel (roda-gigante) - devem manter a valorização acelerada. O CRECI-SC projeta que Itapema mantenha rentabilidade total acima de 15% a.a. nos próximos 3 anos.

O risco? O excesso de oferta. Com +400 obras simultâneas e 200 projetos em aprovação, existe a possibilidade de oversupply no médio prazo, especialmente em unidades de padrão médio. Investidores devem focar em localização premium (frente mar ou primeira quadra) e unidades de alto padrão que mantêm diferencial mesmo em cenários de correção.



3. Balneário Camboriú - o premium que rende

Balneário Camboriú tem o m² mais caro do Brasil: R$ 15.072 (FipeZap 2026). Mas o que muitos não sabem é que a rentabilidade de aluguel na cidade é surpreendentemente forte - entre 9% e 14% ao ano dependendo da localização e do tipo de imóvel.

Dois mercados, duas estratégias

Aluguel anual em BC é voltado para moradores permanentes - profissionais, casais e famílias que escolheram a cidade para viver. Um apartamento de 2 quartos no Centro ou Pioneiros gera aluguel de R$ 2.500 a R$ 4.000/mês, com ocupação de 92%. O yield anual fica na faixa dos 6-8%.

Aluguel de temporada em BC é outro patamar. Apartamentos de alto padrão na Barra Sul - próximos à praia, com vista mar - geram diárias de R$ 800 a R$ 1.500 na alta temporada. Coberturas e penthouses ultrapassam R$ 3.000/noite no Réveillon. A ocupação nos meses de verão atinge 72% (AirDNA).

A combinação dos dois modelos (temporada no verão + anual ou médio prazo no restante) eleva o yield para a faixa dos 9-14% ao ano.

O efeito turismo internacional

BC recebe mais de 3 milhões de turistas por ano, incluindo um contingente crescente de argentinos, paraguaios e uruguaios. O turismo internacional é um motor que outras cidades de SC não têm na mesma intensidade - e que sustenta a ocupação mesmo em meses de baixa temporada.

A vida noturna, a gastronomia de alto nível e eventos como a temporada de cruzeiros mantêm a cidade aquecida de outubro a abril. A verdadeira baixa temporada de BC se concentra em maio a setembro - e mesmo nesses meses, a cidade tem mais movimento que a maioria das praias brasileiras.


4. Florianópolis - mercado diversificado

Florianópolis oferece o mercado de aluguel mais diversificado de SC. A capital tem demanda de 5 perfis diferentes de inquilino: turistas de temporada, estudantes universitários (UFSC), profissionais de tecnologia, servidores públicos e nômades digitais.

Rentabilidade por região

RegiãoYield AnualPerfilDiária Temporada
Jurerê Internacional10-14%Turismo premiumR$ 800-1.500
Ingleses/Canasvieiras8-12%Turismo massaR$ 400-800
Centro/Trindade7-9%Aluguel anualR$ 200-400
Campeche/Rio Tavares6-8%Longo prazo + techR$ 300-600
Lagoa da Conceição9-12%Temporada + AirbnbR$ 500-1.000

Jurerê Internacional é o caso mais rentável: apartamentos e casas de alto padrão geram diárias de R$ 800 a R$ 1.500 no verão, com ocupação de 68-75% entre dezembro e março. Nos meses de inverno, a mesma unidade pode ser alugada por médio prazo (3-6 meses) para profissionais em transição.

O Centro e Trindade oferecem a renda mais estável - aluguel anual para estudantes e servidores, com yield de 7-9% e vacância quase zero durante o período letivo.

O polo tech como motor de aluguel

Florianópolis tem mais de 900 empresas de tecnologia e o segundo maior ecossistema tech do Brasil (Acate). Profissionais do setor - muitos vindos de SP e outros estados - representam uma demanda crescente e sofisticada por aluguel. Querem apartamentos modernos, próximos a coworkings, com boa internet. É um nicho que paga premium e que está menos sujeito a sazonalidade.


5. Bombinhas - temporada concentrada, yield explosivo

Bombinhas é a menor cidade em área de SC - e uma das mais rentáveis para aluguel de temporada. Com apenas 19 km² de área total e praias paradisíacas como a Praia de Bombas e a Praia de Quatro Ilhas, a cidade multiplica sua população por 10x no verão (IBGE).

Números de Bombinhas

  • População fixa: 21.000 habitantes
  • Turistas no verão: 200.000+ simultâneos (IBGE/Santur)
  • Diária média temporada: R$ 700-1.400 (casas e aptos frente mar)
  • Ocupação alta temporada: 65-70% (dezembro a março)
  • Yield estimado: 10-15% a.a. para imóveis bem localizados

O modelo Bombinhas

Bombinhas funciona melhor com o modelo de imóvel próprio + gestão ativa de temporada. A cidade não tem demanda significativa de aluguel anual - a economia local é praticamente toda baseada em turismo. Isso significa que a renda é altamente concentrada em 4 meses (dezembro a março), com picos em feriados como Carnaval e Ano Novo.

Um apartamento de 2 quartos a 200 metros da praia - investimento de R$ 380 mil a R$ 550 mil - pode gerar R$ 40 mil a R$ 65 mil em receita bruta na temporada. Descontando custos de gestão (15-20%), manutenção e vacância, o yield líquido fica na faixa dos 8-12%.

Riscos específicos de Bombinhas

A sazonalidade extrema é o principal risco. Fora da temporada, a ocupação cai para 10-15%. A infraestrutura é limitada - trânsito caótico no verão, poucas opções de serviço no inverno. E a legislação municipal tem se tornado mais restritiva para novas construções, o que pode limitar a oferta futura (e, consequentemente, proteger o investimento existente).


Comparativo: rentabilidade SC vs outros investimentos

Para colocar os números em perspectiva, veja como a rentabilidade imobiliária de SC se compara a outros investimentos em 2025-2026:

InvestimentoRetorno AnualRiscoLiquidez
Itapema (total)22,1%Médio-altoBaixa
São José (aluguel)16,6%BaixoBaixa
BC (temporada)9-14%MédioMédia
Bombinhas (temporada)10-15%AltoBaixa
Selic (renda fixa)12,25%Muito baixoAlta
CDI12,15%Muito baixoAlta
Ibovespa (média 5 anos)8-10%AltoAlta
FIIs (média)9-11%MédioAlta

A comparação com a Selic a 12,25% é inevitável. A renda fixa paga bem em 2026 - mas não oferece valorização patrimonial. Um imóvel em Itapema que rende 22,1% a.a. combina renda corrente com apreciação do ativo. Em São José, o yield de 16,6% supera a Selic com folga, mesmo sem considerar a valorização do imóvel.

O ponto crucial: imóveis não têm a liquidez de aplicações financeiras. Vender um apartamento leva meses. Por isso, o investimento imobiliário funciona melhor como estratégia de médio/longo prazo - mínimo de 3 a 5 anos.


Como maximizar a rentabilidade em SC

1. Escolha o tipo certo de imóvel

Para aluguel anual, o ideal são apartamentos de 2 quartos entre 50 e 70 m² - menor custo de aquisição, maior demanda de locação e melhor yield percentual. Estúdios e compactos (25-40 m²) também funcionam em cidades com perfil universitário como Florianópolis.

Para aluguel de temporada, apartamentos de 2 a 3 quartos com vista mar na primeira quadra entregam as melhores diárias. Casas com piscina em Bombinhas e Florianópolis (Jurerê) atingem diárias superiores mas exigem mais gestão.

2. Localização é tudo

Em São José, os bairros Kobrasol, Campinas e Barreiros têm a melhor relação preço/aluguel. Em Itapema, a Meia Praia até a terceira quadra. Em BC, o Centro para aluguel anual e a Barra Sul para temporada. Em Floripa, o Centro/Trindade para anual e Jurerê para temporada.

3. Gestão profissional faz diferença

Proprietários que usam gestão profissional de temporada (empresas como Seazone, Housi ou gestores locais) conseguem ocupação 15-25% maior do que quem administra sozinho. A taxa de gestão (15-20% da receita) se paga com a ocupação adicional.

4. Custos que corroem a rentabilidade

  • Condomínio: R$ 700 a R$ 2.500/mês em prédios de alto padrão
  • IPTU: varia de R$ 1.200 a R$ 8.000/ano dependendo da cidade e do imóvel
  • Taxa de gestão de temporada: 15-20% da receita bruta
  • Manutenção: reserve 1-2% do valor do imóvel por ano
  • Imposto de renda sobre aluguel: de 7,5% a 27,5% (tabela progressiva)

Faça as contas completas antes de investir. A rentabilidade bruta de 16,6% em São José se transforma em algo entre 10-12% líquido após todos os custos. Ainda é excelente - mas diferente do número de manchete.



Tendências para 2026-2028

São José deve manter liderança em yield - a expansão urbana da Grande Florianópolis e os novos empreendimentos de médio padrão aumentam a oferta sem derrubar os preços de aluguel, sustentados pela demanda crescente.

Itapema enfrenta teste de oferta - com mais de 400 obras simultâneas, o mercado precisa absorver milhares de novas unidades. Se a demanda de temporada continuar crescendo (o que é provável com o alargamento da praia e novos atrativos), a rentabilidade se sustenta. Se houver desaceleração econômica, os primeiros a sentir serão imóveis de padrão médio sem diferencial de localização.

BC consolida posição premium - a cidade não vai entregar os maiores yields percentuais (o m² é muito caro para isso), mas oferece segurança e liquidez que cidades menores não têm. É o porto seguro do investimento imobiliário em SC.

Bombinhas e Porto Belo ganham espaço - cidades menores do litoral norte estão atraindo investidores que buscam o “próximo Itapema”. Porto Belo, em particular, liderou vendas de unidades no Brasil em 2024 e tem potencial de valorização expressivo. Veja o guia de investimento imobiliário em SC para mais detalhes.


Investimento

Rentabilidade de aluguel em SC - resumo

São José (yield aluguel) 16,6% a.a.
Itapema (rentabilidade total) 22,1% a.a.
BC (temporada + anual) 9-14% a.a.
Florianópolis (diversificado) 8-12% a.a.
Bombinhas (temporada) 10-15% a.a.
Média nacional (aluguel) 5-7% a.a.

Fontes: CRECI-SC (2024), FipeZap+ (2026), AirDNA (2025), MySide

*consultar fontes


Perguntas frequentes

Qual cidade de SC tem a maior rentabilidade de aluguel?
São José lidera em yield puro de aluguel com 16,6% ao ano (FipeZap 2026), o maior do Brasil entre cidades monitoradas. Quando se considera rentabilidade total (valorização + aluguel), Itapema lidera com 22,1% a.a. (CRECI-SC 2024).
Quanto rende um apartamento de aluguel em Itapema?
Um apartamento de 2 quartos na Meia Praia gera diárias de R$ 600 a R$ 900 na alta temporada, com ocupação de 78% entre dezembro e março. A receita bruta na temporada fica entre R$ 50 mil e R$ 80 mil. A rentabilidade total (incluindo valorização) foi de 22,1% a.a. nos últimos 5 anos.
Vale mais a pena aluguel anual ou de temporada em SC?
Depende do seu perfil. Aluguel anual (São José, Centro de Floripa) oferece renda previsível, menor gestão e baixa vacância. Aluguel de temporada (Itapema, BC, Bombinhas) pode render mais no total, mas exige gestão ativa, tem sazonalidade e custos operacionais maiores. Para iniciantes, o aluguel anual é mais seguro.
Qual o investimento mínimo para ter renda de aluguel em SC?
Em São José, é possível começar com R$ 310 mil a R$ 450 mil (apartamento de 2 quartos) gerando R$ 1.600 a R$ 2.200/mês. Em Bombinhas, casas e apartamentos a partir de R$ 380 mil geram R$ 40-65 mil por temporada. Em BC e Itapema, o ticket mínimo competitivo é de R$ 600 mil+.
Rentabilidade de aluguel em SC supera a Selic?
Na maioria das cidades de SC, sim. São José (16,6% a.a.) e Itapema (22,1% a.a. total) superam com folga a Selic de 12,25%. Mesmo considerando custos (condomínio, IPTU, gestão, IR), o retorno líquido fica entre 10-15% - acima da renda fixa. A diferença é que imóveis também oferecem valorização patrimonial.
Quais os riscos de investir em aluguel em SC?
Os principais são: sazonalidade no litoral (ocupação cai 50-60% fora do verão), excesso de oferta em Itapema e BC (400+ obras simultâneas), custos ocultos (condomínio, IPTU, gestão) que reduzem o yield líquido, e baixa liquidez - vender um imóvel leva meses. Diversificar entre aluguel anual (São José, Floripa) e temporada (litoral) reduz o risco.

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Fontes consultadas: CRECI-SC (2024) · FipeZap+ (2026) · Airbnb/AirDNA (2025) · MySide (2026) · NDMais · IBGE Censo 2022 · Abrainc

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