Airbnb vs Aluguel Anual em SC 2026: Qual Rende Mais Por Cidade

Análise de investimento comparando Airbnb e aluguel anual em Santa Catarina em 2026. ROI por cidade (MySide), Reforma Tributária, isenção IR até R$ 5 mil, decisão STJ e leitura por perfil patrimonial.

Atualizado em · Por André Santos
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Por André Santos

Editor responsável · Viver em SC

Fontes consultadas: FipeZap (abril e março/2026) · MySide (estudos de setembro/2025 e novembro/2025, via ND Mais) · ND Mais (Loft, abril/2026; reportagens 2025-2026) · NSC Total (2026) · Economia SC (Brain Inteligência Estratégica, dez/2025) · STJ (decisões sobre Airbnb em condomínios)

Existe um paradoxo que confunde quase todo decisor patrimonial olhando para Santa Catarina em 2026. De um lado, quatro das cinco melhores cidades do Brasil para investir em Airbnb são catarinenses (estudo MySide setembro/2025, via ND Mais), com retorno composto de até 17% ao ano em Itapema entre 2019 e 2024. De outro, o aluguel anual em Joinville rende 5,19% ao ano segundo FipeZap (via MySide) e ainda assim é o ativo dominante na cidade industrial. A pergunta “qual rende mais?” virou rasa para quem decide patrimônio em SC. A pergunta certa é: em que cidade e em que cenário cada modelo faz sentido?

Esta é uma análise de investimento que compara Airbnb e aluguel anual com o que está publicado em fonte primária neste momento, sem extrapolar nem retroagir. O ViverEmSC é uma plataforma editorial independente, não é imobiliária e não intermedia negócio. O que segue é leitura de mercado para o decisor patrimonial separar tese de marketing.

17% a.a. ROI Airbnb Itapema Retorno composto 2019-2024 (MySide set/2025)
15,9% a.a. ROI Airbnb BC Retorno composto 2019-2024 (MySide set/2025)
14,3% a.a. ROI Airbnb Floripa Retorno composto 2019-2024 (MySide set/2025)
R$ 4,7 bi Airbnb Floripa em 12 meses ND Mais nov/2025
5,19% a.a. Yield aluguel anual Joinville FipeZap (via MySide)
R$ 15.146 m² BC (1º nacional) FipeZap abril/2026
R$ 15.073 m² Itapema (2º nacional) FipeZap abril/2026
R$ 8.155 m² Joinville (22º nacional) FipeZap fev/2026

*consultar fontes


Airbnb em SC 2026: o que mudou neste ano

Três fatos publicados nos últimos doze meses redesenharam a tese Airbnb em Santa Catarina, e nenhum deles é detalhe.

Florianópolis virou um mercado de R$ 4,7 bilhões em um ano. A ND Mais (Fernanda Zwirtes, novembro/2025) trouxe o número apresentado em audiência pública na Câmara Municipal: o Airbnb movimentou R$ 4,7 bilhões em Floripa em 12 meses, equivalente a 20,8% do total movimentado pelo Airbnb no Sul do Brasil e a 4,7% do total nacional (R$ 99,8 bilhões). Há mais de 30 mil hospedagens disponíveis na cidade, com impacto de R$ 2,6 bilhões em PIB e 29,1 mil empregos segundo a plataforma.

O Airbnb foi equiparado à hotelaria pela Reforma Tributária a partir de 2026. A ND Mais (Gabriela Ferrarez, dezembro/2025) reportou aumento de apróximadamente 5 pontos percentuais e tributação completa entre 26,5% e 27,3% no perfil enquadrado em regime hoteleiro. Em outro recorte, sobre operadores plenamente enquadrados como prestadores de serviço de hospedagem, a ND Mais (Nova Lei do Aluguel) cita carga combinada IBS+CBS podendo chegar a apróximadamente 44% da receita bruta.

O STJ permitiu que condomínios residenciais barrem Airbnb. A ND Mais e o NSC Total reportaram que condomínios podem proibir locação por temporada com base em convenção condominial, sem necessidade de nova assembleia. Em decisão anterior, o mesmo STJ vetou proibições automáticas sem regra prévia, o que configura jurisprudência em construção.

Há um contrapeso favorável ao pequeno anfitrião. A NSC Total (Matheus Marques, março/2026) detalhou que rendimentos de aluguel, incluindo temporada, até R$ 5.000 mensais entram na faixa de isenção total do IR PF a partir de 2026. Não se aplica a operador acima de três imóveis.


Aluguel anual em SC 2026: previsibilidade vs yield

Em Balneário Camboriú, levantamento da Loft via ND Mais (Julia Finamore, abril/2026) mostrou aluguel anual médio por bairro indo de R$ 2.933 (Vila Real, 63 m²) e R$ 3.534 (Municípios, 61 m²) a R$ 14.388 (Barra Sul, 171 m²). Centro fica em R$ 7.732, Pioneiros em R$ 10.284, Barra em R$ 11.641 e Nova Esperança em R$ 12.503. A frase que define o ano: “Na média geral, os preços de aluguel em Balneário Camboriú estão 21% mais altos em 2026”, contra média Brasil de 9,8%.

Em Florianópolis, o FipeZap Locação Residencial registrou R$ 60,86/m² em março/2026 (índice oficial), partindo de R$ 59,76/m² em 2025. Em Joinville, o yield bruto de aluguel anual fica em 5,19% ao ano (FipeZap via MySide), com m² de R$ 8.155 em fevereiro/2026, cerca de 54% do m² de BC e Itapema. Joinville não aparece no estudo MySide de Airbnb por baixo apelo turístico. Aluguel anual ali não é alternativa, é o ativo dominante.

A leitura factual é simples: aluguel anual em SC paga sem turbulência. Yield mais baixo do que o pico Airbnb, mas com vacância menor, contrato de 12 a 30 meses e ausência de exposição direta à equiparação hoteleira da Reforma. A tributação do aluguel residencial segue regra própria, não a hoteleira.


Comparativo cidade a cidade: turísticas premium vs cidades de morador

Os dados publicados em 2025-2026 separam as cidades catarinenses em dois universos. Não é geografia, é vocação econômica.

Itapema lidera os dois recortes do MySide. Pelo critério valorização do ativo + diárias entre 2019 e 2024, 17% de retorno composto (1º lugar nacional). Pelo recorte retorno médio anual em aluguéis por temporada de novembro/2025, 12,8% ao ano (ND Mais nov/2025). Diária média R$ 240 a R$ 430. O m² em abril/2026 está em R$ 15.073 (MySide). A ND Mais Turismo projeta 800 mil turistas na temporada 2025/2026, o maior fluxo recente. Pico de ocupação em janeiro segundo MySide.

Balneário Camboriú tem m² de R$ 15.146 em abril/2026, primeiro nacional FipeZap (via MySide), com valorização de 5,67% em 12 meses. ROI Airbnb composto setembro/2025: 15,9%. Recorte anual novembro/2025: 9,6%. A diária varia em três trechos: ofertas econômicas a partir de R$ 127 a R$ 150 (ND Mais Turismo), faixa MySide R$ 230 a R$ 480, e diárias premium chegando a apróximadamente R$ 1.900 segundo o NSC Total. No aluguel anual, BC subiu 21% em 2026 vs 2025, mais que o dobro da média Brasil.

Florianópolis é o mercado mais profundo. R$ 4,7 bilhões em 12 meses, mais de 30 mil hospedagens ativas e 40% dos lançamentos imobiliários voltados para temporada (Economia SC, Brain Inteligência Estratégica, dez/2025). Diária MySide R$ 240 a R$ 540. ROI composto setembro/2025: 14,3% (5º nacional). Recorte anual novembro/2025: 8,4%. Aluguel residencial FipeZap em R$ 60,86/m² em março/2026. Em paralelo, o PL da vereadora Carla Ayres (PT) tramita criando Cadastro Municipal de Hospedagem, exigência de Cadastur, alvará e retenção de ISS pelas plataformas. Status: tramitação. Não sancionado.

Bombinhas e Porto Belo aparecem juntos no top 5 Airbnb SC porque o aplicativo agrupa os dois municípios (Dagmara Spautz no NSC Total, 2020, referência histórica). Em Bombinhas, ND Mais Turismo pública diárias entre R$ 322 e R$ 1.950,73, com 2-3 dormitórios entre R$ 439,37 e R$ 615,81. A cidade tem 39 praias e mais de 10 mil leitos. Bombinhas figura entre os dez melhores destinos para investir em Airbnb pelo MySide, mas o ROI absoluto não foi publicado individualmente. Para Porto Belo, a diária isolada não foi publicada em fonte whitelist nesta leitura.

Itajaí aparece em 4º lugar nacional no estudo MySide setembro/2025 com ROI de 15,5%, descrita como “importante polo econômico portuário”, o que sugere demanda Airbnb mais ligada a viagens corporativas do que temporada de praia. Itapoá é a cidade que mais cresce em SC, população cresceu 108,3% desde 2010 e m² entre R$ 7.500 e R$ 12.000-13.000 em alto padrão (NSC Total). Navegantes carrega força industrial e portuária, com projetos de infraestrutura como ônibus elétrico e túnel subaquático. Diária Airbnb específica para Itapoá, Navegantes e Porto Belo isoladamente não foi publicada em fonte whitelist nesta leitura.

Joinville fecha o quadro como contraponto. m² de R$ 8.155 em fevereiro/2026, 22º nacional. Yield aluguel anual de 5,19% ao ano, modesto mas estável e dominante. A cidade não aparece no estudo MySide de Airbnb por baixo apelo turístico. Joinville mostra que rentabilidade Airbnb não é tese aplicável a toda Santa Catarina.


Investimento

ROI Airbnb composto SC (2019-2024) 14,3% a 17% (top 5 nacional)
ROI Airbnb anual SC (recorte nov/2025) 8,4% a 12,8%
Yield aluguel anual Joinville 5,19% a.a. (FipeZap)
Variação aluguel anual BC 2026 vs 2025 +21% (Loft via ND Mais)
Carga tributária Airbnb 2026 (faixa) 26,5% a 44% conforme regime
Isenção IR PF aluguel até R$ 5 mil/mês Vigente em 2026 (NSC Total)
Diária Airbnb BC (faixa de oferta) R$ 127 a ~R$ 1.900
Movimentação Airbnb Floripa em 12 meses R$ 4,7 bi (ND Mais)

Os dois ROIs MySide medem coisas diferentes: setembro/2025 é retorno composto 2019-2024 (valorização do ativo + yield acumulado); novembro/2025 é retorno médio anual de diárias. Citar sempre rotulado.

*consultar fontes


A rota fiscal: Reforma Tributária, isenção IR até R$ 5 mil, IBS+CBS

A tributação separa três Airbnbs diferentes convivendo na mesma SC em 2026.

Camada 1: regime hoteleiro com fator redutor. Pela ND Mais dezembro/2025, aumento de ~5 pontos percentuais e tributação total entre 26,5% e 27,3%. Afeta proprietários com mais de 3 imóveis e faturamento acima de R$ 240 mil, ou até 3 imóveis com receita superior a R$ 288 mil.

Camada 2: IBS+CBS pleno como prestador de serviço de hospedagem. A ND Mais (Nova Lei do Aluguel) cita carga total podendo atingir apróximadamente 44% da receita bruta em perfis sem fator redutor.

Camada 3: isenção de IR PF até R$ 5.000 mensais (NSC Total). Beneficia o anfitrião pessoa física que fica abaixo desse teto. Não se aplica ao operador acima de três imóveis.

Para análise de investimento, número único de carga tributária seria erro factual. O decisor patrimonial precisa simular os três cenários antes de comparar com aluguel anual, que segue regra tributária própria não equiparada à hotelaria.


Os riscos da tese Airbnb

Cinco riscos materiais bem documentados que o aluguel anual não carrega na mesma intensidade.

Volatilidade de ocupação. Imobiliárias em Floripa relataram ocupação de até 90% na primeira quinzena de janeiro/2023 (NSC Total), com 100% no Reveillon. Referência histórica de pico, ainda usada como balizamento. O dado público de ocupação na baixa temporada (março a novembro) por cidade SC não foi localizado em fonte whitelist nesta leitura.

Regulação em construção. PL de Floripa em tramitação (Cadastro Municipal, ISS retido). STJ permite proibição condominial. Em BC, Itapema, Bombinhas, Porto Belo, Itajaí, Itapoá e Navegantes, lei municipal específica regulando Airbnb não foi localizada em fonte whitelist.

Reforma Tributária 2026. Já tratada na seção fiscal: equiparação hoteleira eleva carga em ~5 pontos no cenário base, com teto IBS+CBS chegando a 44% no perfil profissional pleno.

Concorrência em adensamento. Mais de 30 mil hospedagens ativas em Floripa segundo audiência pública na Câmara. Pressão sobre diária média principalmente em baixa temporada.

Compressão de yield em cidades de m² alto. Em BC, m² de R$ 15.146 com diária Airbnb na faixa MySide R$ 230 a R$ 480 implica que o ticket carrega o investimento mais por valorização do ativo do que por renda corrente. A coluna Dagmara Spautz no NSC Total documentou lógica análoga em galpões logísticos: yield bruto baixo (0,7% a 1,2%), valorização carregando o retorno.

A manutenção acelerada do uso turístico é inferência estrutural, não dado em fonte whitelist por cidade SC, mas relevante para qualquer modelagem de fluxo de caixa.


A leitura da economista

Sobre a Reforma Tributária 2026, a economista Laura Pacheco, do Instituto Brasileiro de Finanças, afirmou em reportagem da ND Mais (Gabriela Ferrarez, dezembro/2025): “Teoricamente, eles entenderam que havia uma concorrência meio desleal. Entre o proprietário que tem um Airbnb e o dono de um hotel, um é tributado e reconhecido de uma forma e o outro de outra, mas ambos atendem a mesma finalidade, que é a hospedagem.”

E sobre a tendência de 40% dos lançamentos em Floripa serem voltados para temporada, Guilherme Werner, sócio da Brain Inteligência Estratégica, comentou ao Economia SC: “Foi descoberto uma modalidade de muita atratividade para o investidor.”


Para quem cada estratégia faz sentido

A análise patrimonial cidade a cidade aponta perfis claros.

Airbnb em cidade turística premium (Itapema, BC, Floripa, Bombinhas) faz sentido para: decisor patrimonial com horizonte de 5 a 10 anos combinando yield corrente com valorização do ativo; quem suporta gestão ativa ou paga operador profissional e tolera sazonalidade concentrada em dezembro a fevereiro; quem se enquadra na isenção IR PF até R$ 5.000/mês; quem lê a convenção condominial e prefere produto onde temporada está expressamente permitida.

Aluguel anual em cidade turística premium faz sentido para: quem quer renda mensal previsível sem gestão ativa, em mercado onde o aluguel anual também sobe (BC: +21% em 2026 vs 2025); quem prefere horizonte longo combinado com valorização do ativo sem entrar no risco regulatório Airbnb.

Aluguel anual em cidade de morador (Joinville, parte residencial de Itajaí, parte estável de Navegantes) faz sentido para: decisor patrimonial conservador, focado em previsibilidade contratual e baixa vacância; quem aceita yield bruto modesto (5,19% em Joinville segundo FipeZap) em troca de estabilidade.

Quem deve evitar Airbnb em SC em 2026: operador profissional pleno sem rodar a simulação IBS+CBS; comprador que não verifica a convenção condominial; investidor que modela apenas pela alta temporada; quem assume que o 17% composto 2019-2024 é rendimento corrente esperado em 2026 (não é; o recorte anual aponta 12,8% Itapema, 9,6% BC, 8,4% Floripa).


FAQ

Perguntas frequentes

Em 2026, qual cidade de SC tem o melhor ROI Airbnb segundo o estudo MySide?
Itapema lidera os dois recortes publicados. Pelo critério retorno composto 2019-2024 (valorização do ativo + lucro de diárias), o estudo MySide setembro/2025 (via ND Mais) aponta 17% ao ano, em primeiro lugar nacional. Pelo recorte retorno médio anual em aluguéis por temporada de novembro/2025, a mesma Itapema lidera o ranking SC com 12,8% ao ano, seguida por Balneário Camboriú (9,6%) e Florianópolis (8,4%). Os dois números medem coisas diferentes e devem ser citados sempre rotulados.
Quanto a Reforma Tributária 2026 aumenta a carga tributária do Airbnb?
Há dois cenários publicados pela ND Mais. No regime hoteleiro com fator redutor, a carga total fica entre 26,5% e 27,3% (aumento de ~5 pontos percentuais), aplicando-se a proprietários com mais de 3 imóveis e faturamento acima de R$ 240 mil, ou até 3 imóveis com receita superior a R$ 288 mil. No cenário IBS+CBS pleno, a carga combinada pode chegar a apróximadamente 44% da receita bruta. Pequeno anfitrião com um imóvel e renda até R$ 5 mil/mês entra na faixa de isenção total do IR PF a partir de 2026 segundo NSC Total.
Vale mais Airbnb ou aluguel anual em Balneário Camboriú em 2026?
BC tem o m² mais caro do Brasil (R$ 15.146 em abril/2026 segundo FipeZap via MySide) e ROI Airbnb que comprimiu entre os dois recortes MySide (15,9% no critério composto setembro/2025; 9,6% no recorte anual novembro/2025). Em paralelo, o aluguel anual em BC subiu 21% em 2026 vs 2025 (Loft via ND Mais), mais que o dobro da média Brasil. Para horizonte de 5-10 anos, a decisão depende mais da convenção condominial do empreendimento, do enquadramento tributário e da disposição para gestão ativa. É uma escolha de perfil, não uma escolha óbvia.
Por que Joinville aparece como mercado de aluguel anual e não Airbnb?
Joinville é a cidade industrial de SC, com m² de R$ 8.155 em fevereiro/2026 (FipeZap via MySide), cerca de 54% do m² de BC e Itapema. Não aparece no estudo MySide de Airbnb por baixo apelo turístico, e o yield de aluguel anual fica em 5,19% ao ano segundo FipeZap. Para o decisor patrimonial, Joinville é onde aluguel anual é o ativo dominante, não a alternativa: aluguel temporada não tem demanda turística suficiente para sustentar a tese.
Posso comprar um apartamento em SC para Airbnb mesmo se o condomínio for residencial?
Depende da convenção condominial. O STJ definiu que condomínios residenciais podem proibir Airbnb com base na convenção, sem necessidade de aprovação em assembleia (cobertura da ND Mais e do NSC Total). Em decisão anterior, o mesmo STJ vetou proibições automáticas sem regra prévia, configurando jurisprudência em construção. A due diligence sobre Airbnb agora inclui ler a convenção do empreendimento antes de fechar a compra. Empreendimentos novos com vocação de temporada (caso de parte dos 40% de lançamentos em Floripa voltados para temporada) tendem a ter previsão expressa em convenção; residenciais convencionais podem barrar.
Como o ViverEmSC ajuda decisores patrimoniais a escolher entre Airbnb e aluguel anual em SC?
O ViverEmSC é uma plataforma editorial independente de análise de investimento em cidades de Santa Catarina, não é imobiliária e não vende imóvel. O Painel de Riqueza SC reúne dados de m², yield, lançamentos, regulamentação municipal e indicadores de valorização por cidade catarinense, atualizados conforme as fontes oficiais públicam. É o canal que decisores patrimoniais usam para acompanhar mudanças de mercado e regulatórias antes de decidir entre Airbnb e aluguel anual em cada cidade específica de SC. Cadastre-se aqui no site para receber as atualizações por email.

Conclusão: a pergunta certa é por cidade e por perfil

Não existe resposta única para Airbnb vs aluguel anual em SC. Existe uma matriz de cidade contra perfil tributário contra horizonte. Itapema lidera os dois recortes do MySide e tem o maior fluxo turístico projetado. BC concentra m² nacional e aluguel anual em alta de 21% no ano. Floripa movimenta R$ 4,7 bilhões em Airbnb em 12 meses e avança mais em regulação. Joinville opera fora da lógica Airbnb, com yield de aluguel anual em 5,19% ao ano. A Reforma Tributária 2026 separa três Airbnbs diferentes (pequeno anfitrião isento, operador contido 26,5%-27,3%, profissional pleno até 44%). O STJ permitiu condomínios barrarem por convenção. A análise de investimento começa por cidade, perfil e enquadramento, não pela resposta genérica.

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Por André Santos

Editor responsável · Viver em SC

Fontes consultadas: FipeZap (abril e março/2026) · MySide (estudos de setembro/2025 e novembro/2025, via ND Mais) · ND Mais (Loft, abril/2026; reportagens 2025-2026) · NSC Total (2026) · Economia SC (Brain Inteligência Estratégica, dez/2025) · STJ (decisões sobre Airbnb em condomínios)

Informações extraídas de fontes públicas (FipeZap, IBGE, CRECI-SC, MySide, sites oficiais das construtoras, entre outras) e revisadas pela redação. Se encontrar um erro, relate aqui.